segunda-feira, 8 de agosto de 2011

JÁ NÃO SEI!

Já não sei o que pensar, nem muito bem o que fazer! Ando outra vez com aquela estúpida sensação de estar a viver uma vida que não é minha.
Tudo parece um sonho, por vezes transforma-se num pesadelo, acordo sigo e lá vou eu outra vez!
Queria ter o poder de estalar os dedos e mudar a imagem de fundo da minha até encontrar a tela perfeita.
Levava algumas pessoas comigo sem dúvida!
Então aquele ser pequenino e fantástico que me enfeitiça e me domina, não o largo por nada!
Continuo sem saber o que fazer da minha vida!
A cobardia sempre me fez falhar perante os outros o medo do "apontar do dedo", sempre me ofuscou os olhos e me reprimiu!
Quando queria gritar, calava-me! Sempre vi apontado aquele estúpido e malfadado dedo, " NÃO FAÇAS ISSO", és demasiado perfeita e certinha para teres esse tipo de comportamento, olha o exemplo que dás, blá, blá blá... .
Hoje pergunto-me, sim tenho princípios, sinto que sou uma pessoa coerente, assertiva e até inteligente, mas sinto que fiquei presa a esta realidade que não deveria de todo ser a minha!
Mas sinceramente, há dias em que sei tudo, mas hoje já não sei...

quinta-feira, 21 de abril de 2011

AINDA EXISTIMOS....

Um raio de sol surge cada vez que o passado me traz memórias de presente!
Por vezes sinto que ainda existe uma ligação entre nós, que o que nos aproximou era real e não foi fantasia da minha cabeça!
Quando falo contigo quase que adivinho os teus pensamentos e conheço-te tão bem!
Consigo ver nas palavras que escreves as tuas feições a cada frase... como se te conhecesse melhor que tu próprio.
Não tenho o direito mas sinto ciúmes! Sinto ciúmes de imaginar que o que tens hoje e que tanto gostas em tempos foi comigo que o viveste! 
E partilhamos tanto, temos tanto em comum!
Realmente a vida nem sempre é justa mas também se calhar se tivéssemos insistido as coisas poderiam não funcionar, mas sinto a tua falta e acho que lá no fundo também não te sou indiferente.
Sinto que guardas boas lembranças de mim e que depois destes anos todos também não me esqueceste!
Pelo menos quero acreditar que sim, quero acreditar que vivi um grande AMOR ainda que por breves instantes, quero acreditar que em algum momento sentiste a minha falta!
Se tivesse lutado um pouco mais....
E hoje quando escreves o meu nome da forma carinhosa como o fazias parece que oiço tal e qual a tua voz a sussurrar na minha orelha N...!  E tudo acontecia!!!!
Acho que de alguma forma serás sempre meu, bem lá no fundo grito em silêncio ÉS MEU! Somente meu...
Nada vai mudar nos nossos destinos e nos caminhos que traçamos para as nossas vidas mas hoje acredito que NÓS AINDA EXISTIMOS!


quarta-feira, 20 de abril de 2011

PENSEI... EM NÓS


Pensei em Ti, no toque suave dos lábios, no frenesim que percorre o meu corpo quando me tocas nem que seja com o olhar.
Pensei como me sinto quando penso em TI.
Há algo de mágico nas memórias que guardamos, conseguem fazer palpitar um coração adormecido pelo tempo!
... e se eu fechar os olhos consigo sentir-te em cada centímetro que percorreste na minha pele.
Sinto o teu cheiro, o teu sabor salgado o teu calor quase febril a cada toque...
Sinto uma mistura de emoções e recordações que me fazem querer voltar atrás àquele segundo de hesitação que mudou tudo!!!
Não sei se algo no meu presente seria diferente mas de certeza que não ficava a memória do passado de cada vez que penso em TI...
Foste e serás sempre o grande amor da minha vida!
E as memórias regressam ferindo de cada vez que penso em TI, em MIM em NÓS!

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

A DISTÂNCIA

A distância de ti, ilusão
Cresce no peito. Deserto
De sentimento ou paixão
Acordo mas não desperto!

Vejo-te longe de mim
Quero ter-te comigo
Mas sei que tivemos um fim
Hoje apenas és meu amigo


Mas no fundo sei que queria
Pelo menos, Talvez?!
Ouvir-te dizer baixinho

Que me amaste um dia
Nem que fosse só uma vez...
Distante! Ficou o carinho....

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

PARECE!!!!

Parece que a vida me foge por entre os dedos a cada sopro de ar!
Parece que tudo que me rodeia se manifesta numa linguagem incompreensível!
Sinto-me deslocada, sinto que não pertenço a esta realidade!
Que tudo o que faço não tem qualquer sentido, como se fosse alguém sentada numa sala de cinema vazia, cujo filme na tela é a minha vida despida de emoção, de significado, de qualquer fio condutor!
Vou tropeçando em pessoas e vidas que facilmente me esquecem... Olho à minha volta e vejo que sou tão insignificante! Que poderia ir desaparecendo, que ninguém daria pela minha falta!
Adoro os meu pequenos mas até eles passariam bem sem mim!
Parece que tudo se resume a muito pouco! Que fiz? Que marco deixei nas pessoas que me rodeiam?
Será que algum dia alguém reparou em mim?
Será que algum dia alguém sentiu a minha falta, ao ponto de deixar cair uma lágrima pela minha ausência, será que alguém algum dia sentiu o coração bater mais depressa por me ver chegar?

Parece que não!!!!

Parece que não fui a razão da existência de ninguém!
E a razão da minha vida escapou-me entre os dedos num sopro de ar!!!
Ao que parece.....

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

HÁ DIAS....


Há dias em que me apetece fugir, afogar-me nas mágoas e partir.
Sinto-me triste e desamparada, tento levar as coisas na desportiva, mas bem lá no fundo há comentários que magoam...
Passo por cima, relevo, mas custa!
Então quando bate fundo, volta a síndrome da exclusão e falta de auto estima e vai tudo por água abaixo...
Posso não ser a pessoa mais atraente, bonita e com estilo, mas sou gente...
E olhar à minha volta e ver a realidade do que me rodeia magoa, entristece!
Faz-me sentir de novo o patinho feio...
Mais vale contentar-me com o que tenho do que desejar o que não posso ter...
Mas há dias, em que mais valia não sair da cama...

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

DEPOIS


Depois da noite vem o dia...
Depois do adormecer, vem o despertar...
Acordar nos teus braços tem a magia
Secreta, profunda de te amar!


Paixão ardente sinto no beijo
Quente e louco, sedento
Aumentas em mim o desejo
Deslizo no teu corpo como o vento!

Trazes-me a luz da madrugada
Dás-me o orvalho da manhã
Acordo em teu colo aninhada...

Encho-me de esperança vã
Que a paixão não vai acabar
Que nunca me irás deixar!...

Depois!?